ObservaCovid: Boletim aponta impactos e desafios para a Vigilância Sanitária na pandemia de Covid-19

Autor: Inês Costal e Patrícia Conceição
Publicado em: 12 de fevereiro de 2021
Atualizado em: 7 de janeiro de 2022

A quarta edição do boletim ObservaCovid aborda os “Impactos e desafios para a Vigilância Sanitária diante da pandemia de Covid-19 no Brasil”. Segundo as autoras da publicação, a diversidade e a quantidade de demandas evidenciaram as especificidades e a complexidade do trabalho da vigilância sanitária. “A vigilância passou a ser depositária de expectativas de respostas às dúvidas e incertezas frente aos riscos na pandemia, buscando superar seus próprios desafios, requerendo a realização de ações e elaboração de normativas sobre diversos aspectos, em significativa quantidade e em curto tempo, com base nas evidências disponíveis até o momento”, destacam as pesquisadoras.

 

Com a pandemia de Covid-19, foi preciso que os serviços de vigilância sanitária se organizassem rapidamente para suprir a necessidade de fiscalização de “uma infinidade” de objetos sob controle sanitário. Já a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), reguladora e coordenadora do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, tem elaborado e emitido normas, revisão de resoluções e orientações a estados e municípios, além da conceder autorizações para pesquisas, uso de medicamentos e de vacinas, e aprovação dos registros de kits diagnósticos para Covid-19.

 

“Junto com o novo agente infeccioso vieram as incertezas quanto às medidas sanitárias mais adequadas para o controle da pandemia da Covid-19”, afirmam as autoras. O boletim aponta que além das pressões sobre a Anvisa, “a pandemia atingiu de forma contundente os serviços de vigilância sanitária municipais”. A edição traz recomendações gerais aos gestores da vigilância sanitária.

 

Clique aqui e acesse a 4ª edição do boletim ObservaCovid.

 

Confira também as outras edições do boletim.

 

*O projeto ObservaCovid conta com apoio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Ministério da Saúde (MS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde (Decit/SCTIE).





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