ObservaCovid: Atenção Hospitalar na pandemia de Covid-19
Autor: Inês Costal e Patrícia Conceição
Publicado em: 19 de abril de 2021
Atualizado em: 7 de janeiro de 2022
Até que ponto as propostas relativas à Atenção Hospitalar para o enfrentamento da Covid-19 foram adequadas e suficientes na primeira onda da pandemia no Brasil? O colapso podia ter sido evitado? A sexta edição do boletim do ObservaCovid apresenta a análise de planos de contingência nacional, estaduais e municipais segundo recomendações específicas da Organização Mundial da Saúde (OMS). O grupo de pesquisa também faz recomendações a gestores/as do sistema de saúde.
A publicação divulga a análise do Plano de Contingência Nacional, de 28 estaduais e outros 20 planos de capitais brasileiras. O trabalho foi realizado a partir da compreensão do hospital como parte de uma rede regionalizada de atenção à saúde, integrada por outros serviços no território. O exame dos planos considerou as seguintes recomendações da OMS:
- – Estrutura: ampliação de leitos enfermaria e de UTI e criação de hospitais de campanha;
- – Equipe: qualificação, redirecionamento e mobilização da força de trabalho temporária em saúde, garantia da segurança e proteção dos trabalhadores de saúde, implementação de medidas de prevenção e controle de infecções no trabalho e acolhimento psicológico para trabalhadores da saúde;
- – Suprimentos: adoção de mecanismos emergenciais para aquisição de insumos, observando possíveis entraves na cadeia de produção e/ou fornecimento de suprimentos, minimizando escassez e desafios logísticos;
- – Sistema: planejamento da resposta ao surto, criação de comitês de crise para coordenação de informações clínicas e logísticas, identificação das diferentes capacidades instaladas por regiões de saúde, melhoria da comunicação, apoio a evidências científicas e ampliação da proteção social.
Clique aqui e confira a 6ª edição do boletim ObservaCovid no site da pesquisa.
*O projeto ObservaCovid conta com apoio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Ministério da Saúde (MS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde (Decit/SCTIE).
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