Análise do Processo da Reforma Sanitária Brasileira: primeiro trimestre de 2021

Autor: Ana Ester Maria Melo ; Camila Reis ; Catharina Leite Matos *
Publicado em: 28 de junho de 2021
Atualizado em: 23 de setembro de 2024

No final de 2020, o eixo 1 do Observatório de Análise Política em Saúde (OAPS) apresentou na sua matriz de acompanhamento um cenário bastante desfavorável para a Reforma Sanitária Brasileira (RSB). Em 2021, a análise dos fatos produzidos no primeiro trimestre do ano parece evidenciar o mesmo, senão o agravamento dos retrocessos da RSB e do Sistema Único de Saúde (SUS). Nessa perspectiva, o presente texto tem o objetivo de descrever os principais fatos políticos (ALENCAR, 2016) que emergiram da conjuntura do referido período, com análises preliminares, buscando identificar os avanços e/ou recuos das forças sociais e políticas da RSB e do SUS.

Situação política

No plano internacional, o principal registro foi a eleição norte-americana que teve como resultado a vitória do Partido Democrata, com Joe Biden e Kamala Harris para a presidência e vice-presidência da república, respectivamente. Embora as eleições tenham sido lícitas, no seu processo de certificação ocorreu uma invasão de manifestantes de extrema direita no congresso americano, representando um episódio de ataque à democracia (FOLHA DE SÃO PAULO, 2021a). A mudança de dirigente nos Estados Unidos altera o cenário político internacional, tendo possíveis implicações nas relações internacionais, incluindo aquelas com o Brasil.

Clique aqui e leia a análise na íntegra.

 *Professora Adjunta da Universidade Federal do Delta do Parnaíba – Área de Saúde Coletiva. Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva (ISC) – UFBA;
Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva (ISC) – UFBA;
Professora Adjunta do Instituto de Saúde Coletiva –UFBA.





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